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Rio Brilhante - MS, sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Jarvis Pavão é absolvido no Paraguai e pode sair da prisão até o final do ano

Narcotraficante era acusado de vender casa que não o pertencia

Publicado em: 31/03/2017 às 11h05


Narcotraficante é acusado de ser mandante da morte de Jorge Rafaat - Foto: ABC Color

O narcotraficante brasileiro, Jarvis Chimenes Pavão, foi absolvido, na terça-feira, 28, pelo crime de fraude, cometido em 2013 e pode deixar a prisão até o final do ano. Na ocasião, Pavão foi detido acusado de ter vendido a Víctor Ramírez Aguirre uma casa que não o pertencia. Após acordo entre os dois a Justiça Paraguaia declarou a causa extinta.

Com pena prevista de cinco anos, Pavão foi acusado em 2013 de ter vendido anos antes à vítima um imóvel que não era de sua propriedade, na cidade de Pedro Juiz Caballero, em Amambay.

De acordo com o site ABC Color, a advogada de Pavão contou que o cliente vinha pagando a vítima, há algum tempo, o montante total de US$ 500 mil, em dinheiro e animais.

Em 2009 Jarvis Pavão foi condenado no Paraguai por associação criminosa, onde segue cumprindo pena,enquanto espera pedido de extradição por parte do Brasil, onde é acusado de suposta associação criminosa, lavagem de dinheiro e narcotráfico.

No dia 8 de agosto do ano passado foi demolido o pavilhão de luxo construído pelo narcotraficante Jarvis Chimenses Pavão, rival de Jorge Rafaat, dentro da Penitenciária de Segurança Máxima de Tacumbu, em Assunção, no Paraguai.

Na época, o governo paraguaio autorizou a demolição das 22 celas que eram usadas por integrantes da mesma quadrilha de Pavão que faziam uso de todo o luxo em que o narcotraficante obtinha.

Narcotraficante é acusado de ser mandante da morte do compatriota, rival do tráfico na fronteira, Jorge Rafaat Toumani, morto à tiros de fuzil e metralhadora, numa emboscada no dia 15 de junho de 2016, na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, que faz divisa com a cidade brasileira, Ponta Porã.  

 

Por: Correio do Estado




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