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Pecuarista é multada por desmatamento e exploração ilegal de madeira - Rio Brilhante News - Notícias de Rio Brilhante MS e Região

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Rio Brilhante - MS, sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Pecuarista é multada por desmatamento e exploração ilegal de madeira

Publicado em: 31/10/2017 às 08h51


Durante fiscalização na zona rural do município, Policiais Militares Ambientais de Campo Grande autuaram, uma arrendatária de uma fazenda, localizada em uma região conhecida como Aguão, por desmatamento e exploração de vegetação de cerrado sem autorização do órgão ambiental.

Na propriedade havia o desmatamento em uma área de 3,6 hectares, medidos em GPS pelos Policiais, com derrubada de diversas árvores de grande porte, dentre elas, seis da espécie Cumbaru derrubadas em uma área de pastagem, para a exploração da madeira sem autorização ambiental.

Durante a vistoria, que era acompanhada pelo administrador da fazenda, o esposo da infratora foi ao local e apresentou aos Policiais, uma Autorização Ambiental Eletrônica (AAE) para a limpeza de pastagem, que não permite o desmatamento de árvores de grande porte.

A licença de limpeza de pastagem só permite a derrubada de arbustos, com diâmetro abaixo de 32 centímetros na altura do peito (Circunferência a altura do Peito - CAP, que é considerada a 1,30 metros de altura da vegetação), com uso de roçadeiras ou foices. Essas licenças são retiradas online no site do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (IMASUL), em razão de serem atividades de baixo impacto, porém, alguns proprietários aproveitam para realizar desmatamentos e tentam justificar com essas autorizações.

As árvores derrubadas estavam sendo transformadas em estacas, postes e mourões para cercas, sendo que parte já estava instalada em um curral construído na propriedade.  23 m³ de madeira foram apreendidos. As atividades foram interditadas.

A arrendatáriade 35 anos, residente em Campo Grande, foi autuada administrativamente e multada em R$ 5.400,00. Ela também responderá por crime ambiental, que prevê pena de seis meses a um a ano de detenção.

 

Por: Dourados News




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