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Rio Brilhante - MS, segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Mochi leva propostas para a Educação em debate na Fetems

Publicado em: 13/09/2018 às 08h40

Da Redação

O candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, Junior Mochi, participa na tarde desta quarta-feira (12) de debate promovido pela Fetems (Federação dos Trabalhadores da Educação de Mato Grosso do Sul). O evento, marcado para 14 horas, é a oportunidade dos profissionais e eleitores ouvirem e debaterem as propostas de Mochi para o setor.

A principal proposta de Mochi para a área é cumprir o Plano Estadual da Educação, construído em 2014 e válido até 2024. O candidato conhecem em profundidade do plano e as necessidades da pasta porque presidiu a Comissão Estadual de Educação. “Vamos cumprir o plano que foi discutido exaustivamente com entidades e especialistas no setor. Não podemos desperdiçar esse investimento. O Plano Estadual de Educação deve ser a cartilha do próximo governante e do próximo secretário da pasta”, enfatiza.

Junior Mochi também vai levar ao debate a situação dos administrativos da educação, cujos salários estão defasados. “Temos o pior salário entre os administrativos da educação do País. Isso precisa ser mudado. Vamos valorizar os administrativos”, alerta.

O candidato vai apresentar, ainda, a proposta da criação da Escola Superior de Educação, que vai concentrar a capacitação de todos os profissionais no setor do Estado. “Além de melhores salários e condições de trabalho, precisamos garantir a qualificação. Foi por isso que já conversei com a UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) para, se for eleito, firmarmos parceria e garantir essa oportunidade a nossos profissionais da Educação”.

Outro ponto a ser abordado por Mochi é a necessidade de garantir a manutenção permanente das escolas. Diante dessa necessidade, o candidato vai apresentar a proposta de criação do projeto SOS Escola. “Estamos planejando regionais para atendimento rápido a todos os municípios. A partir delas, as escolas com problemas pontuais, como uma caixa d’água avariada ou um vidro quebrado serão atendidas imediatamente para evitar danos maiores e comprometimento da infraestrutura”.

Mochi quer criar, ainda, o Observatório da Violência das Escolas, que será um instrumento para ações direcionadas à realidade de cada estabelecimento escolar. “Vamos saber o que acontece em cada escola e, assim, prevenir e atuar contra a violência”, garante.




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